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A questão da globalização tem estado cada vez mais presente nos debates sobre transformações globais e nacionais, assim como nas discussões sobre alternativas de estratégias e políticas. A globalização financeira e a volatilidade dos fluxos financeiros internacionais possuem múltiplas visões. A visão que considera que a volatilidade decorre da “paranoia anti-inflacionária” e da insuficiência de demanda agregada, e propõe como solução uma maior coordenação macroeconômica dos países desenvolvidos, denomina-se:

Quando um banco concede empréstimo, a partir de um certo nível de reservas, ele não entrega o dinheiro ao cliente diretamente. Ele credita os fundos em sua conta corrente. O banco inscreve, do lado dos ativos, um empréstimo, e do lado dos passivos, um depósito. Essa relação entre a variação nas reservas e a alteração final nos depósitos denomina-se:
Seja a função consumo expressa pela equação C = 160 – 0,6YD. Na equação, C representa o consumo e YD, a renda disponível. O valor do multiplicador, compatível com a função consumo apresentada, é
Considere um modelo Keynesiano simples com economia fechada e sem governo. Supondo que o investimento aumente de 20 para 30 e que a função consumo seja dada por C=10+0,6Y, o valor da variação da renda é.
Considere o seguinte modelo keynesiano simples com consumo, investimento e governo em uma economia aberta.

Função consumo: C = 100 + 0,4Y
Investimento: I = 100
do Governo: G = 200
Exportações: X = 100
Importações: M = 0,2Y

Suponha que o governo aplique uma alíquota tributária sobre o nível de renda de t=0,5, ou seja,50% sobre a renda.

Assim, a propensão marginal a consumir e a renda de equilíbrio do modelo serão, respectivamente, iguais a