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A premissa de que a inter-relação entre cognitivo, emoção e comportamento estão implicados no funcionamento normal do ser humano, e em especial, na psicopatologia, e que um evento comum do nosso cotidiano pode gerar diferentes formas de sentir e agir em diferentes pessoas, mas não o evento em si que gera as emoções e comportamentos, mas sim o que nós pensamentos sobre o evento e que estes pensamentos geram distorções que são bastante prevalentes em diferentes transtornos, estamos falando do modelo de psicopatologia de qual abordagem psicológica?
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Na década de 1960, Greenson introduz o termo “aliança de trabalho”, correspondendo à “habilidade do paciente de trabalhar na situação analítica”, situando-a entre a relação transferencial e a relação real com o terapeuta.


De acordo com Greenson, as bases para a aliança de trabalho são



I a motivação do paciente para superar sua doença.


II sua sensação de desamparo.


III sua disposição inconsciente.


IV sua capacidade de seguir as instruções e os insights do analista, disposições que são favorecidas se o paciente apresentar vivências de relacionamentos de objetos de boa qualidade em sua história.



Dos itens acima mencionados, estão corretos, apenas

Não há dúvidas de que é o modelo de terapia mais estudado empiricamente pela ciência contemporânea, apresentando uma diversidade de aplicações clínicas eficazes. Parte disso se deve à capacidade de manualização da técnica que, consequentemente, permite a replicabilidade em diversos contextos com maior precisão. Atualmente, há́ centenas de metanálises de ensaios clínicos que comprovam a eficácia da
De acordo com Ponciano a psicoterapia é um tratamento, por meios psicológicos, de problemas de natureza emocional, no qual uma pessoa treinada estabelece um relacionamento profissional com um paciente, com o objetivo de

“Falar da psicose ao invés de as psicoses é acentuar a psicose como uma estrutura clínica, uma estrutura que se revela no dizer do sujeito e que corresponde a um modo particular de articulação dos registros do real, simbólico e imaginário. É também acentuar que na psicose, assim como na neurose, trata-se da estrutura da linguagem, ou melhor, da relação do sujeito com o significante”. (Quinet)


Sobre as ideias apresentadas por Quinet em Teoria e Clínica da Psicose, aponte se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir:



I Em 1894, Freud, no artigo “Psiconeuroses de defesa”, afirmava que existe na psicose uma espécie de defesa muito menos enérgica e eficaz que na neurose.


II A diferença entre paranoia e obsessão, porém, encontra-se no fato de que na paranoia as recriminações são projetadas no mundo exterior e na obsessão elas se mantêm no mundo interior.


III O objetivo da paranoia é rejeitar uma representação incompatível com o eu projetando seu conteúdo no mundo exterior, observando que a projeção é um mecanismo comum, não específico da paranoia, onde é utilizada apenas como defesa.


IV Na esquizofrenia chama-nos a atenção dois tipos de fenômenos: as alucinações, ou seja, as vozes, e as manifestações corporais de toda ordem.



As afirmativas I, II, III e IV são, respectivamente,