Filtrar


Questões por página:
Segundo Feist, Feist e Roberts (2015, p.24-25), os principais mecanismos de defesa identificados por Freud incluem repressão, formação reativa, deslocamento, fixação, regressão, projeção, introjeção e sublimação. Freud elaborou inicialmente a ideia dos mecanismos de defesa em 1926 (FREUD,1926/1959a), e sua filha Anna refinou e organizou o conceito (A. FREUD,1946). Mesmo que os mecanismos de defesa sejam normais e usados universalmente, quando levados ao extremo, culminam em comportamento compulsivo, repetitivo e neurótico. Segundo Freud, qual é o propósito do ego ao estabelecer os mecanismos de defesa
Aaron Beck (1976/2011) e Albert Ellis (1962/1994) introduziram uma revolução na psicoterapia ao propor modelos cognitivos de intervenção baseados na reestruturação do pensamento e no controle dos processos de autoavaliação. Beck descreve a depressão como produto da tríade cognitiva negativa, visão distorcida de si, do mundo e do futuro, enquanto Ellis enfatiza as crenças irracionais que distorcem a percepção da realidade. Considerando as convergências entre essas abordagens, é correto afirmar que ambas:
Na psicologia humanista, Carl Rogers (1951/1997) descreve o processo terapêutico como um encontro interpessoal em que a experiência do cliente é progressivamente simbolizada de modo mais acurado no self, desde que determinadas atitudes estejam presentes no terapeuta. Em seus estudos sobre mudança de personalidade, o autor enfatiza que não são as técnicas específicas, mas as “condições necessárias e suficientes” que promovem transformação. Considerando esse enquadre, a psicoterapia centrada na pessoa tem como objetivo primordial:
B.F. Skinner (1953/1974), ao formular o behaviorismo radical, concebeu o comportamento como fenômeno selecionado por suas consequências, rejeitando explicações mentalistas e valorizando o controle experimental das variáveis. Em Science and Human Behavior, o autor argumenta que “a liberdade é um mito quando o comportamento é determinado por contingências de reforço”, apontando o papel do ambiente na modelagem das ações humanas. Dentro dessa perspectiva, a aprendizagem é definida como:
A psicoterapia centrada na pessoa, formulada por Carl Rogers (1951/1997), concebe a tendência atualizante como força organizadora do funcionamento psicológico, pressupondo que o indivíduo dispõe de recursos internos para o próprio desenvolvimento quando encontra condições relacionais adequadas. O setting terapêutico, nessa abordagem, é definido menos por técnicas formais e mais pela qualidade da atitude do terapeuta. À luz desses princípios, o papel característico do terapeuta rogeriano consiste em: