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Um adolescente com histórico de crises de ansiedade e sinais de depressão leve foi encaminhado para acompanhamento em terapia ocupacional. Durante as sessões iniciais, ele relata distorções da percepção de si mesmo, dificuldades de engajamento em atividades e suspeita de transtorno alimentar. A família, temerosa, restringe suas saídas e contatos sociais. À luz das noções de psicopatologia geral, como conduzir essa situação?
As modalidades de tratamentos biológicos e psicológicos atuais podem ser combinadas ao trabalho do terapeuta ocupacional, gerando antagonismos ou sinergismos. Identifique a postura mais coerente nessa prática:
A integralidade do cuidado no hospital demanda articulação entre os serviços sociais e de saúde, assegurando continuidade da assistência após a alta. Analise as proposições:

I. O terapeuta ocupacional pode articular recursos da rede pública (CRAS, CAPS, UBS) para acompanhar o usuário em suas necessidades cotidianas.
II. O planejamento da alta deve considerar fatores socioeconômicos, estilo de vida e suporte familiar, visando manter os ganhos obtidos durante a internação.
III. A integralidade consiste em reestruturar o paciente unicamente para atividades simples, descartando a abordagem de atividades complexas ou sociais.
IV. Há relevância em envolver equipes multiprofissionais na transferência de cuidados, compartilhando relatórios que informem a evolução ocupacional.

Estão CORRETAS as afirmativas:
A ideia do trabalho como recurso de terapia ocupacional fundamenta-se na possibilidade de ampliar a inserção social e a identidade ocupacional do sujeito. Assinale a conduta mais alinhada a esse princípio:
A ergoterapia voltada à assistência asilar propõe práticas que facilitem a vida cotidiana e promovam bemestar ocupacional em ambientes institucionais. De que forma essa abordagem pode se concretizar?