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Ao cuidar do idoso, o Terapeuta Ocupacional pode desenvolver atividades sociais como grupos de conversas e passeios favorecendo maior participação na sociedade, atividades culturais e artesanais possibilitando o desenvolvimento da criatividade e da mente, atividades ocupacionais e de lazer permitindo maior diversão e alegria.
Nessa dimensão, tem-se que o terapeuta ocupacional centra a realização das estratégias de promoção, prevenção, manutenção e/ou reabilitação das funções cognitivas do idoso, compreendendo: 
I.Atividades adequadas à memória e concentração da atenção.
II.Exercícios voltados para a coerência com o uso da linguagem, como também uma dinâmica para a fluência da fala.
III.Observação das atividades da vida diária voltadas para a orientação espacial e temporal.

Marque as assertivas que estão em consonância com o contexto enunciado. 
Das atividades propostas num plano de tratamento que o terapeuta ocupacional pode desenvolver com grupo de crianças que tenha objetivo de estimular orientação espacial, memória visual e equilíbrio, podemos destacar o lúdico com a criança, podendo ser utilizada para este caso a brincadeira de:
Recém-nato chega ao atendimento em UTI-NEONATAL apresentando APGAR 4/6 pontos, necessita por parte do terapeuta ocupacional de: 
O Capítulo III, da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), n.º 13.146, de 6 de julho de 2015, no que diz respeito ao Direito à Saúde da Pessoa com Deficiência, diz em seu artigo:
I - 20: as operadoras de planos e seguros privados de saúde não são obrigadas a garantir à pessoa com deficiência, no mínimo, todos os serviços e produtos ofertados aos demais clientes.
II - 21: quando esgotados os meios de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência no local de residência, será prestado atendimento fora de domicílio, para fins de diagnóstico e de tratamento, garantidos o transporte e a acomodação da pessoa com deficiência e de seu acompanhante.
III - 24: é assegurado à pessoa com deficiência o acesso aos serviços de saúde, tanto públicos como privados, e às informações prestadas e recebidas, por meio de recursos de tecnologia assistiva e de todas as formas de comunicação.
IV - 25: somente os espaços públicos devem assegurar o acesso da pessoa com deficiência, em conformidade com a legislação em vigor, mediante a remoção de barreiras, por meio de projetos arquitetônico, de ambientação de interior e de comunicação que atendam às especificidades das pessoas com deficiência física, sensorial, intelectual e mental.
É correto o que se afirma em: 
Na investigação clínica para o Transtorno do Espectro Autista (TEA), pode haver uma deficiência intelectual (DI) associada, a qual deve sempre ser investigada. Ao encontro disso, sabe-se que a deficiência intelectual é caracterizada por déficits nas áreas social, da cognição e da capacidade adaptativa. Os indivíduos com esse transtorno também apresentam estereotipias e alterações comportamentais que podem ser bastante severas. Em alguns casos, os transtornos globais do desenvolvimento são os mais comumente associados ao autismo infantil. Nesse sentido, a prevalência aponta que 40% das pessoas com DI apresentam critérios diagnósticos para TEA e que até 70% de indivíduos com quadro de autismo clássico apresentam DI. Diante do exposto, durante a avaliação clínica de indivíduos com suspeita de um transtorno global do desenvolvimento, deve-se:
I - Descartar o levantamento minucioso do histórico perinatal. As lesões cerebrais associadas (com ou sem crises convulsivas) não interferem na investigação clínica para DI.
II - Indivíduos com DI sem causa definida devem ser investigados para uma aberração cromossômica (cariótipo) e/ou para a síndrome do X frágil.
III - Indivíduos com alterações morfológicas devem ser investigados para a existência de uma síndrome genética. A interconsulta com um serviço de genética médica é recomendável.
É correto o que se afirma em: