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Uma escola particular de ensino fundamental firmou parceria com uma terapeuta ocupacional para apoiar práticas inclusivas e avaliar alunos com dificuldades de participação.
Certa manhã, a coordenadora pedagógica solicita que a terapeuta ocupacional emita um laudo descritivo sobre uma aluna de 6 anos, com o objetivo de "confirmar se ela tem TDAH para justificar o pedido de acompanhante terapêutico" junto à secretaria de educação.
A terapeuta, que acompanha a escola há três meses em um projeto de assessoria, conhece a criança por meio de observações e conversas com os professores, mas não realizou avaliação formal padronizada nem obteve autorização dos responsáveis.
Diante desse pedido, ela precisa decidir qual seria a postura mais ética e coerente com as atribuições da Terapia Ocupacional em contexto escolar, segundo a Cartilha do CREFITO-3 (2025) e as normas do COFFITO.
Em uma cidade que dispõe de um Terapeuta Ocupacional especialista em contexto escolar, a equipe está revisando o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) para inclusão de estudantes com TEA, com ênfase em participação social, comunicação e autonomia. O PDI propõe uma abordagem intersetorial com avaliação funcional, ajustes ambientais e curriculares, modulação sensorial, comunicação alternativa e participação de pares, com participação da família e comunidade, além de um sistema de rastreabilidade de progressos.
Considerando a literatura de Alves & Silva (2022), Folha et al. (2023), Souto et al. (2018) e a cartilha CREFITO-3 (2025), qual conjunto de ações descreve a prática mais completa para sustentar a inclusão no âmbito escolar?
Carlos é terapeuta ocupacional em uma escola regular na qual Pedro está matriculado. Pedro é um estudante de 8 anos com paralisia cerebral que apresenta comprometimento motor nos membros superiores, dificultando a preensão e manipulação de materiais escolares convencionais. A professora relata que Pedro demonstra interesse pelas atividades pedagógicas, mas tem dificuldade para segurar o lápis, manusear livros e participar de atividades que envolvam a escrita. A partir da observação e de diálogos com Pedro e com a professora, Carlos considerou pertinente a prescrição de recursos de tecnologia assistiva para favorecer a participação de Pedro nas atividades escolares.
Com base no texto, qual deve ser a abordagem adequada de Carlos para a prescrição de tecnologia assistiva neste caso?
Joana é terapeuta ocupacional recém-contratada por uma Instituição de Ensino Superior (IES) que possui 150 estudantes com deficiência matriculados. A direção da universidade solicitou que ela elaborasse um plano de ação voltado a aprimorar os recursos e práticas que favorecem a inclusão escolar desses estudantes. Joana observou que, apesar de haver acessibilidade física nos prédios, muitos estudantes com deficiência relatam dificuldades significativas em sua permanência e participação nas atividades acadêmicas.
Com base em Jurdi et al. (2024) e na situação apresentada, qual deve ser a principal abordagem de Joana como terapeuta ocupacional nesta IES?