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Na mediação para o desenvolvimento de habilidades sociais, uma estratégia eficaz para o ATE é o uso de modelagem, na qual o próprio acompanhante ou um colega demonstra o comportamento social esperado, como iniciar uma conversa ou compartilhar um brinquedo, antes de incentivar o aluno a tentar.
Na elaboração do Plano Educacional Individualizado (PEI), a contribuição do Acompanhante Terapêutico Escolar (ATE) é fundamentalmente descritiva, baseada na observação do desempenho funcional do aluno, não cabendo a esse profissional a prescrição de intervenções clínicas ou a definição de métodos pedagógicos, que são competências de outros membros da equipe multidisciplinar.
Um adolescente de 15 anos, com diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), é acompanhado por uma terapeuta ocupacional na escola. Ele apresenta dificuldade em organizar tarefas escolares e frequentemente se distrai durante as atividades. Qual intervenção é mais adequada no contexto escolar para favorecer o desenvolvimento do adolescente?

Uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA), de 7 anos, está sendo acompanhada por uma terapeuta ocupacional no contexto escolar. Os professores relatam dificuldade em promover a participação da criança nas atividades coletivas da sala de aula. Como o terapeuta ocupacional pode contribuir, de acordo com o Programa Saúde na Escola (PSE), para a inclusão dessa criança?

Mariana,10 anos, é aluna de uma escola pública e apresenta dificuldades de aprendizagem e comportamento desafiador. A professora relata que Mariana tem dificuldade em manter a atenção durante as aulas e interagir com colegas. A família busca atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) após orientação da escola. De acordo com o Programa Saúde na Escola (PSE), quais estratégias podem ser adotadas pela equipe de atenção básica para atender às necessidades de Mariana?