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A companhia britânica Lonmin, proprietária da mina de platina de Marikana, onde 44 pessoas morreram durante uma sangrenta greve de quatro semanas, anunciou um acordo de paz com os mineiros. A greve dos trabalhadores da mina de Lonmin em Marikana foi iniciada em 10 de agosto. O conflito mais sangrento da greve ocorreu em 16 de agosto, quando um grupo de 34 mineiros foi morto pela polícia durante um enfrentamento em Marikana.
(noticias.terra.com.br,06.09.2012. Adaptado)
A notícia trata da greve ocorrida
"O medo de que a reforma da Previdência prolongue o tempo para poder se aposentar tem feito trabalhadores mudarem os planos para o futuro. Quem esperava completar a pontuação da fórmula 85/95 para obter o benefício integral já cogita antecipar o pedido e receber um valor menor que o previsto, com receio de que as regras mudem novamente.”
(Disponível em: http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/07/incerteza-sobre-previdencia-aumenta-procura-por-aposentadoria-antecipada.html.)
Sobre a Previdência Social no Brasil, é correto afirmar que:

Observe a imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em:<https://www.camara.leg.br/noticias/546758-PROJETOPROIBE-QUE-SIMBOLO-DE-IDENTIFICACAO-DE-IDOSO-SEJA-PEJORATIVO> . Acesso em: 25 fev.2020.


A Comissão da Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa na Câmara dos Deputados aprovou, em 2019, o projeto de lei que propõe a mudança do símbolo de identificação preferencial de idoso.

A imagem de uma pessoa curvada para frente com uma bengala deve ser substituída pela imagem da pessoa com postura reta e o símbolo “60 +”. Essa mudança foi proposta com o objetivo de combater

Assinale a alternativa que contém a idade mínima estabelecida para a solicitação de aposentadoria pelo Regime Geral da Previdência Social, a partir da chamada Reforma da Previdência (Emenda Constitucional N.º 103, de 12 de novembro de 2019):

O Brasil resgatou, em 2023,3.151 trabalhadores em condições análogas à escravidão. O número é o maior desde 2009, quando 3.765 pessoas foram resgatadas. [...] Por trás das estatísticas, restam histórias de abuso nos campos e nas cidades que mostram como o trabalho análogo à escravidão ainda é recorrente no Brasil. Em fábricas improvisadas, em casas de alto padrão, nas plantações, crimes continuam a ser cometidos. [...] Um dos desafios para que o resgate de trabalhadores em situação análoga à escravidão continue crescendo é a falta de auditores fiscais. “Era esperado até [esse problema] porque, nos últimos quatro ou cinco anos, não tivemos ações diretas de combate ao trabalho escravo. [...] Porque temos poucos auditores do Ministério do Trabalho fazendo as fiscalizações”, diz (o) coordenador de projetos no Centro de Apoio Pastoral do Migrante.



Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2024/01/04/brasilresgatou-3-1-mil-trabalhadores-escravizados-em-2023. Acesso em: 05 jan.2024.



De acordo com a reportagem, o trabalho análogo à escravidão no Brasil