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José Carlos é um adolescente trans branco de 17 anos, solteiro, estudante do Ensino Médio no turno noturno, que vem à consulta com você hoje pela primeira vez, acompanhado da mãe. Ela relata que o filho sempre foi muito tímido, mas que no último ano começou a sair mais de casa. Entretanto, nos últimos 3 meses, a frequência com que sai de casa aumentou bastante, além de estar chegando sempre tarde. Não é raro que ele apareça agitado, com olhos arregalados, ofegante, irritado e até mesmo paranoico - a mãe chegou a presenciar crises sérias de ansiedade algumas vezes. Ela relata que, no dia seguinte, ele acorda no meio da tarde, letárgico e desanimado, e assim permanece até a hora de ir para a escola. A mãe teme que ele possa estar tendo problemas com dinheiro, pois recentemente vendeu seus vídeo-games e computador pela internet, mas ele não se abre muito com ela. Quando você pede a José Carlos a sua versão dos fatos, ele diz que anda estressado com algumas coisas, mas veio à consulta apenas para agradar a mãe insistente.
Diante do quadro apresentado, qual seria a conduta mais adequada?
Rita é uma adolescente cis preta de 16 anos, com parceria fixa. Vem para sua primeira consulta com você após ser encaminhada pela UBS para ajuste de tratamento. Rita já vinha tratando um quadro de ansiedade há 6 meses com Fluoxetina, mas sentiu pouca melhora mesmo chegando à dose de 80 mg ao dia. Há 1 mês, o médico da UBS substituiu seu medicamento por Venlafaxina. Rita relata que apresentou melhora substancial após a troca, mas ainda se sente muito incomodada pela insônia, às vezes levando mais de 4 horas para pegar no sono. Rita não gostaria de abordar tratamentos não medicamentosos no momento, sente que ainda não tem a disciplina necessária, mas tem muito medo de usar algum medicamento que possa causar dependência. Dentre os esquemas terapêuticos abaixo, qual seria o mais adequado para uso contínuo?
Qual afirmação acerca do “transtorno de estresse pós-traumático” é acertada?
Marina,28 anos, procurou atendimento médico relatando episódios recorrentes de sensação súbita de medo intenso, acompanhados de palpitações, sudorese, falta de ar e sensação de desmaio. As crises ocorrem de forma inesperada, duram cerca de 10 minutos e cessam espontaneamente. Marina evita sair de casa desacompanhada por receio de que ocorra uma nova crise em locais públicos. Ela afirma que, desde o primeiro episódio, vive preocupada com a possibilidade de uma nova crise e tem evitado atividades como andar de ônibus ou frequentar mercados cheios. Nega uso de substâncias psicoativas ou sintomas persistentes de humor deprimido. No exame físico e nos exames laboratoriais realizados recentemente, não foram identificadas alterações significativas. Marina está desempregada, mas mantém boa rede de apoio familiar.
Com base nas informações clínicas apresentadas, identifique a alternativa que melhor descreve o fenômeno predominante no caso de Marina:
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Sobre Fobias, analise os itens classificando-os como verdadeiro (V) ou falso (F):


(__)Indivíduos com fobia social temem e/ou evitam várias circunstâncias em que teriam que interagir com outros ou realizar uma tarefa na frente de outras pessoas.


(__)A ansiedade em pacientes com diagnóstico de fobias é desencadeada quando o paciente é colocado em situação fóbica, porém, sem desencadear sintomas somáticos.


(__)Em pacientes com fobias específicas, o medo, geralmente, não é o objeto em si, mas de algum resultado terrível do contato com aquele objeto. Tranquilizá-los diminui sempre seu medo.



De acordo com a classificação dos itens acima, assinale a alternativa que corresponde à sequência CORRETA.

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