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Um homem de 71 anos, com histórico de hipertensão controlada e diabetes tipo 2, começa a apresentar mudanças comportamentais progressivas, incluindo desorganização cognitiva, dificuldade em executar tarefas diárias e episódios de alucinações visuais, frequentemente envolvendo pessoas ou objetos inexistentes. Durante a noite, manifesta confusão acentuada, com dificuldade em reconhecer o ambiente e episódios de desorientação. Além disso, ocorre flutuação cognitiva, caracterizada por períodos em que parece alerta e orientado, seguidos por episódios de deterioração mental com déficits de atenção e memória. Familiares relatam que, em momentos de lucidez, o paciente é capaz de interagir de forma adequada, mas em outras ocasiões, mostra respostas incoerentes e dificuldade em seguir conversas. O exame neurológico revela rigidez muscular generalizada, especialmente em membros superiores, bradicinesia (lentidão nos movimentos), e postura corporal alterada, compatível com disfunções motoras progressivas. Não há relato de tremores evidentes, mas se observa instabilidade postural e leve comprometimento da marcha.


O diagnóstico mais provável desse caso é: 

Durante a avaliação inicial de um quadro depressivo, um marcador biológico, frequentemente, alterado em pacientes com quadro de depressão maior, porém nem sempre solicitado, é:

A encefalopatia de Wernicke é uma síndrome grave, que é causada pela deficiência de vitamina 
Através de visita domiciliar a uma idosa acamada de 81 anos, a filha relata que a mesma vem apresentando há 2 dias episódios de confusão mental, afirmando estar em sua casa no interior e chamando seu filho mais velho pelo nome do seu falecido esposo. A idosa é portadora de hipertensão arterial e diabetes, com exames recentes controlados. Ao questionar a filha sobre as queixas da mãe, a mesma menciona que vinha tendo que fazer troca de fraldas com mais frequência e que a mãe referia ardência vaginal. Qual é a principal hipótese acerca do quadro confusional da paciente?
Além de tratar a causa base, as intervenções não farmacológicas são essenciais no manejo do delirium. Assinale a alternativa que descreve uma estratégia ambiental ou de suporte eficaz e recomendada: