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Assinale a alternativa que apresenta os exames necessários para a investigação etiológica do quadro psicótico nesse momento.

Paciente, 83 anos de idade, previamente funcional, é internada após apresentar confusão mental, sonolência durante o dia e agitação noturna há cerca de 3 dias. Segundo familiares, a paciente vinha apresentando, há cerca de 6 meses, apatia, irritabilidade, desatenção, dificuldade para iniciar tarefas e na tomada de decisões, isolamento e lentificação. Durante a internação, apresenta flutuação do nível de consciência, desatenção, alucinações visuais e piora vespertina dos sintomas.



•Exames laboratoriais:


Hemograma: leucocitose com desvio à esquerda


PCR: 12 mg/dL (ref.: 0,3 a 1,0 mg/dL)


Na+ : 128 mEq/L (ref.: 136 a 145 mEq/L)


RM de crânio: atrofia difusa leve, sem lesões focais


MEEM: 15 (aplicado durante crise)



Em relação ao caso descrito, qual é o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais apropriada? 

Homem, 73 anos de idade, sem história psiquiátrica prévia, apresenta episódio de euforia, taquilalia, redução da necessidade de sono, hiperatividade motora e ideias grandiosas, com duração de 12 dias. Não há uso de substâncias. Ressonância mostra atrofia frontotemporal discreta, e eletrólitos estão normais. Qual das hipóteses diagnósticas apresentadas a seguir é mais provável?
Homem, 75 anos de idade, com histórico de parkinsonismo leve e progressivo é avaliado por declínio cognitivo iniciado há 1 ano, com flutuação da atenção, alucinações visuais bem formadas, rigidez muscular, e episódios de queda. O paciente apresenta boa memória episódica nos estágios iniciais, mas importantes prejuízos visuoespaciais e executivos. Esposa relata que ele teve intensa sedação após uso de quetiapina. RM de crânio: atrofia leve difusa, preservação do hipocampo e SPECT com DaTscan: captação reduzida nos núcleos da base. Qual o diagnóstico mais provável e a principal implicação terapêutica? 
Mulher, 79 anos de idade, é trazida por familiares ao ambulatório de geriatria com queixa de isolamento social progressivo, lentidão psicomotora, dificuldade de iniciar tarefas e episódios de incontinência urinária nos últimos seis meses. Refere, também, prejuízo de memória recente. Ao exame, apresenta apatia, reatividade emocional reduzida e fala monótona. Aplicado o MEEM (com escolaridade compatível), a pontuação foi 22. O teste do relógio mostrou desorganização no planejamento. A ressonância magnética revela dilatação ventricular desproporcional à atrofia cortical. Qual a hipótese diagnóstica mais provável e sua principal implicação terapêutica?