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Homem, 76 anos, é trazido pela esposa, que está preocupada com a saúde dele. Há aproximadamente 2 anos, ela notou que o sono dele se tornou agitado: ele grita e “briga” durante o sono, chegando a atingi-la por acidente, durante sonhos que ele descreve como vívidos e violentos. Por essa razão, passaram a dormir em quartos separados.
Nos últimos 8 meses, tem apresentado episódios de confusão mental alternados com períodos de lucidez, ao longo do mesmo dia. Com frequência, o paciente relata ver “crianças brincando no quintal” e “um homem sentado na poltrona da sala”. Sua esposa nega que sejam reais. Em alguns momentos, ele reconhece que talvez não sejam reais.
Ao exame físico, há rigidez em roda denteada e bradicinesia leve a moderada, bilaterais e relativamente simétricas, sem tremor de repouso evidente. A esposa refere que há cerca de um mês, em outra unidade de saúde, foi iniciado haloperidol em baixa dose para as alucinações. Houve, contudo, piora acentuada da rigidez, sonolência e um episódio de rebaixamento do nível de consciência associado à febre, levando à suspensão imediata do fármaco.
Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta mais adequada para manejo dos sintomas psicóticos.
Paciente de 70 anos foi submetido à craniectomia para ressecção de um meningioma em convexidade frontal direita. A família relata que, após a cirurgia, houve mudança significativa em seu comportamento: o paciente passou a chorar com facilidade diante de estímulos emocionais triviais, sem tristeza subjetiva proporcional ao choro, e, por vezes, passou também a rir de forma súbita e desproporcional ao contexto. Ele reconhece que essas manifestações são exageradas, e, por mais que se esforce para contê-las, não consegue, o que lhe deixa constrangido.
Por essa razão, reduziu progressivamente as saídas de casa e passou a evitar contato social. Ele nega tristeza persistente e refere ter prazer nas atividades que ainda realiza (cuidar das plantas, leitura). Nega alterações de apetite ou sono. Não há flutuação do nível de consciência, alucinações ou outros déficits cognitivos relevantes, além de discreta dificuldade em fixar novas informações no dia a dia.
Esse quadro é melhor explicado como 
Paciente de 34 anos, sexo feminino, com diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico (LES) há dois anos, em uso regular de hidroxicloroquina 400 mg/dia e prednisona 5 mg/dia (sem qualquer alteração terapêutica há 8 meses), é trazida à clínica da família pelo marido. Ele refere que, há aproximadamente uma semana, ela tem dormido apenas duas horas por noite, mas não demonstra cansaço, apresenta humor eufórico, fala acelerada, ideias de grandiosidade (afirma ter “descoberto a cura para o lúpus”) e aumento dos gastos financeiros por impulso.
Ao exame físico, evidenciou-se rash malar e artrite em punhos (achados ausentes na última consulta). Exames laboratoriais revelam queda do complemento sérico (C3 e C4) e elevação do título de anti-dsDNA, comparado ao exame realizado no mês anterior. Nega uso de álcool, substâncias ou outros medicamentos. Não há história pessoal ou familiar de transtorno psiquiátrico.
A principal hipótese diagnóstica é
Paciente de 76 anos com Doença de Alzheimer em estágio grave, com perda significativa da autonomia, apresenta episódios de agitação psicomotora e agressividade, além de delírios de que sua esposa é uma impostora.
A medicação sintomática com melhor evidência e indicação formal para essa fase da doença é 
Paciente de 80 anos, internado por pneumonia, apresenta início súbito de desorientação, agitação e alteração do nível de consciência nos últimos 2 dias. A família relata que o paciente era cognitivamente normal antes da internação.
O principal elemento que distingue esse quadro de uma demência, entre as opções a seguir, é