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Paciente internado em enfermaria clínica, 72 anos, apresenta
flutuação do nível de consciência, com períodos de sonolência
alternados com agitação psicomotora intensa. Durante a noite, a
desorientação e a confusão mental se intensificam. A equipe
identifica infecção do trato urinário.
O subtipo de delirium mais compatível, no caso, é o
O subtipo de delirium mais compatível, no caso, é o
Paciente de 78 anos com Doença de Alzheimer em estágio
moderado é trazido pela filha. A cuidadora relata que, ao
entardecer, o paciente fica mais agitado, confuso, grita por
familiares que já faleceram e tenta sair de casa. Esses episódios
são menos frequentes durante a manhã.
O termo técnico que descreve esse fenômeno é
O termo técnico que descreve esse fenômeno é
Homem, 76 anos, é trazido pela esposa, que está preocupada
com a saúde dele. Há aproximadamente 2 anos, ela notou que o
sono dele se tornou agitado: ele grita e “briga” durante o sono,
chegando a atingi-la por acidente, durante sonhos que ele
descreve como vívidos e violentos. Por essa razão, passaram a
dormir em quartos separados.
Nos últimos 8 meses, tem apresentado episódios de confusão mental alternados com períodos de lucidez, ao longo do mesmo dia. Com frequência, o paciente relata ver “crianças brincando no quintal” e “um homem sentado na poltrona da sala”. Sua esposa nega que sejam reais. Em alguns momentos, ele reconhece que talvez não sejam reais.
Ao exame físico, há rigidez em roda denteada e bradicinesia leve a moderada, bilaterais e relativamente simétricas, sem tremor de repouso evidente. A esposa refere que há cerca de um mês, em outra unidade de saúde, foi iniciado haloperidol em baixa dose para as alucinações. Houve, contudo, piora acentuada da rigidez, sonolência e um episódio de rebaixamento do nível de consciência associado à febre, levando à suspensão imediata do fármaco.
Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta mais adequada para manejo dos sintomas psicóticos.
Nos últimos 8 meses, tem apresentado episódios de confusão mental alternados com períodos de lucidez, ao longo do mesmo dia. Com frequência, o paciente relata ver “crianças brincando no quintal” e “um homem sentado na poltrona da sala”. Sua esposa nega que sejam reais. Em alguns momentos, ele reconhece que talvez não sejam reais.
Ao exame físico, há rigidez em roda denteada e bradicinesia leve a moderada, bilaterais e relativamente simétricas, sem tremor de repouso evidente. A esposa refere que há cerca de um mês, em outra unidade de saúde, foi iniciado haloperidol em baixa dose para as alucinações. Houve, contudo, piora acentuada da rigidez, sonolência e um episódio de rebaixamento do nível de consciência associado à febre, levando à suspensão imediata do fármaco.
Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta mais adequada para manejo dos sintomas psicóticos.
Paciente de 70 anos foi submetido à craniectomia para ressecção
de um meningioma em convexidade frontal direita. A família
relata que, após a cirurgia, houve mudança significativa em seu
comportamento: o paciente passou a chorar com facilidade
diante de estímulos emocionais triviais, sem tristeza subjetiva
proporcional ao choro, e, por vezes, passou também a rir de
forma súbita e desproporcional ao contexto. Ele reconhece que
essas manifestações são exageradas, e, por mais que se esforce
para contê-las, não consegue, o que lhe deixa constrangido.
Por essa razão, reduziu progressivamente as saídas de casa e passou a evitar contato social. Ele nega tristeza persistente e refere ter prazer nas atividades que ainda realiza (cuidar das plantas, leitura). Nega alterações de apetite ou sono. Não há flutuação do nível de consciência, alucinações ou outros déficits cognitivos relevantes, além de discreta dificuldade em fixar novas informações no dia a dia.
Esse quadro é melhor explicado como
Por essa razão, reduziu progressivamente as saídas de casa e passou a evitar contato social. Ele nega tristeza persistente e refere ter prazer nas atividades que ainda realiza (cuidar das plantas, leitura). Nega alterações de apetite ou sono. Não há flutuação do nível de consciência, alucinações ou outros déficits cognitivos relevantes, além de discreta dificuldade em fixar novas informações no dia a dia.
Esse quadro é melhor explicado como
Homem de 52 anos, morador de rua, é trazido ao pronto-socorro
por uma equipe de assistência social. Relatam que o paciente
apresenta histórico de consumo diário de bebidas destiladas há
mais de 20 anos, com alimentação extremamente irregular.
Há 4 dias, os assistentes notaram que o paciente apresenta episódios de confusão mental, desorientação e quedas frequentes.
O paciente nega ter ingerido álcool nos últimos 2 dias. Ao exame físico, observa-se paciente emagrecido, desorientado no tempo e espaço, com nistagmo horizontal bilateral, dificuldade de concentração e marcha atáxica. Não há relato de trauma craniano.
Considerando o quadro clínico agudo, a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta imediata são:
Há 4 dias, os assistentes notaram que o paciente apresenta episódios de confusão mental, desorientação e quedas frequentes.
O paciente nega ter ingerido álcool nos últimos 2 dias. Ao exame físico, observa-se paciente emagrecido, desorientado no tempo e espaço, com nistagmo horizontal bilateral, dificuldade de concentração e marcha atáxica. Não há relato de trauma craniano.
Considerando o quadro clínico agudo, a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta imediata são: