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Sobre o delirium pós-operatório é correto afirmar que
Homem de 82 anos, previamente independente para atividades básicas e sem diagnóstico de demência, é internado após queda da própria altura com fratura transtrocanteriana do fêmur direito. Aguarda correção cirúrgica há 36 horas. Durante o dia, mantém contato adequado, reconhece familiares e coopera com a equipe. Nas duas últimas noites, porém, passa a apresentar períodos de desorientação, tenta retirar o acesso venoso e levantar-se da cama, afirma que “há pessoas entrando no quarto” e alterna esses episódios com intervalos de sonolência. Recebe dipirona regularmente e pequenas doses de morfina de resgate. Não faz uso habitual de álcool ou benzodiazepínicos. Ao exame, encontra-se afebril, PA 138 × 74 mmHg, FC 88 bpm, FR 18 irpm, SpO? 96% em ar ambiente. Não apresenta déficit neurológico focal. A ferida traumática está limpa e não há sinais clínicos de infecção. Exames laboratoriais mostram: Hb 10,4 g/dL; leucócitos 8.900/mm³; plaquetas 210.000/mm³; Na? 137 mEq/L; K? 3,1 mEq/L; Mg²? 1,5 mg/dL; Ca²? total 8,7 mg/dL; creatinina 1,0 mg/dL; glicemia 112 mg/dL. Urina tipo I sem leucocitúria ou nitrito. ECG mostra ritmo sinusal e QTc de 486 ms. Na terceira noite, apesar de reorientação frequente, presença de familiar, redução de ruídos e interrupções noturnas e tentativa de preservar o ciclo sono-vigília, o paciente apresenta agitação intensa, tenta repetidamente sair do leito sem apoio e agride um profissional que procura contê-lo verbalmente. Com base nesse caso, assinale a afirmativa correta. 
Mulher de 78 anos é internada por fratura de fêmur. No segundo dia, passa a alternar sonolência e agitação, desatenção, pensamento desorganizado e inversão do ciclo sono vigília. Usa clonazepam crônico, oxibutinina, tramadol e difenidramina. Exames não mostram infecção ou distúrbio metabólico grave.
A intervenção inicial mais apropriada é 
Uma idosa de 82 anos, viúva, reside com a filha e um neto, vem tendo piora cognitiva há dois anos. A filha relata que a idosa tem ficado mais confusa, com dificuldade para conciliar o sono e esquecendo alimentos no fogo com frequência. Preocupada, a filha resolve levá-la em consulta na UBS.

Nessa situação, assinale a conduta inicial mais adequada ao médico de família e comunidade. 
Idoso de 81 anos é trazido à consulta pela neta, que é sua cuidadora, com relato de que ele apresenta esquecimentos progressivos no último ano, com dificuldade de gerenciar suas contas.

No exame físico, não apresenta déficits neurológicos focais. Ao realizar o Mini-Exame do Estado Mental (MEEM), verifica-se pontuação abaixo do ponto de corte para a escolaridade. A abordagem inicial para o caso é