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Homem, 77 anos de idade, bancário aposentado, sedentário,
hipertenso, diabético e tabagista, apresenta perda de
iniciativa e diminuição da interação social. Ele nega tristeza ou
falta de prazer nas atividades. A esposa relata lapsos de
memória com piora no último ano. Tem dificuldades para
controlar as suas finanças, precisando de ajuda
ocasionalmente, mas é independente em suas atividades
diárias. Testes cognitivos com alterações significativas nos
domínios de atenção e de memória. Exames laboratoriais e de
neuroimagem sem alterações. A conduta terapêutica mais
adequada é:
Homem, 64 anos de idade e 15 anos de escolaridade, possui
diagnóstico de doença de Parkinson há 5 anos e está,
atualmente, em uso de biperideno, pramipexol e levodopa
com benserazida. Refere dificuldades de memória e de
concentração nas tarefas. Ainda trabalha como comerciante,
mas sente que, às vezes, se atrapalha com as contas. Outra
queixa, é que passou a ver vultos e ter sensação de que há
pessoas passando por trás dele. No mini exame do estado
mental, o paciente fez 25 pontos, perdendo 03 pontos nas
subtrações em série, 01 ponto na evocação das palavras e
01 ponto na cópia do desenho. Ao exame neurológico,
apresenta bradicinesia, rigidez com roda denteada, sem
tremor de repouso. Assinale a alternativa que apresenta a
próxima conduta mais adequada para o caso apresentado.
Homem, 76 anos de idade, com histórico de hipertensão e
fibrilação atrial, é trazido ao ambulatório pelos filhos por
apresentar, há 8 meses, dificuldade de memória, piora do
equilíbrio e episódios de irritabilidade. Nas últimas semanas,
passou a ter comportamento social inadequado, como rir sem
motivo e retirar roupas em locais públicos, além de episódios
de incontinência urinária. Ao exame físico, apresenta-se
consciente, desinibido, com discurso tangencial. Marcha
apraxia. MEEM: 20/30. O teste do desenho do relógio foi
profundamente desorganizado.
• RM de encéfalo (FLAIR e T2): múltiplas áreas hiperintensas na substância branca periventricular e nos núcleos da base, além de rarefação da substância branca frontoparietal.
• EEG: ritmo de base desorganizado, sem atividade epileptiforme.
• Líquor: pressão normal, sem pleocitose, proteínas e glicose normais.
• Exames laboratoriais: TSH, B12 e VDRL não reagentes ou normais.
Com base no quadro clínico descrito e nos achados complementares, qual o diagnóstico mais provável?
• RM de encéfalo (FLAIR e T2): múltiplas áreas hiperintensas na substância branca periventricular e nos núcleos da base, além de rarefação da substância branca frontoparietal.
• EEG: ritmo de base desorganizado, sem atividade epileptiforme.
• Líquor: pressão normal, sem pleocitose, proteínas e glicose normais.
• Exames laboratoriais: TSH, B12 e VDRL não reagentes ou normais.
Com base no quadro clínico descrito e nos achados complementares, qual o diagnóstico mais provável?
Mulher, 71 anos de idade, cognitivamente preservada e
independente, reside só em casa própria, contando com
ajuda de uma empregada doméstica que está com ela há
vários anos. É diabética e segue rigorosamente o tratamento
prescrito pelo geriatra. Tem apresentado hiporexia e perda
ponderal recente, o que não despertou alerta porque a
paciente tinha objetivo de emagrecer. Em uso de insulina NPH
10 UI 12/12 horas e citalopram 40 mg/dia – iniciado há apenas
15 dias, porque o clínico que a acompanha a achou um pouco
“desenergizada” na última consulta. No início da tarde, em
uma conversa pelo celular, sua filha notou que estava com a
fala desconexa e desorientada; contudo, a empregada disse
que ela estava bem ao despertar, tendo realizado
normalmente suas atividades matinais (pilates e “Supera”).
Diante dessa mudança, a filha solicitou a sua avaliação em
caráter de urgência. Em visita domiciliar, sua primeira
impressão é de se trata de um quadro de delirium hipoativo,
de início recente (poucas horas). Exames laboratoriais
realizados na semana anterior mostravam que a taxa de
hemoglobina glicada (HbA1c) estava em 6,8 e o exame de
urina mostrava a presença de bactérias, embora sem
alterações celulares (leucocitúria ou hematúria) nem outras
alterações bioquímicas. Considerando o caso descrito, qual
alternativa corresponde ao raciocínio clínico correto para a
condução do caso?
Assinale a alternativa que apresenta os exames necessários
para a investigação etiológica do quadro psicótico nesse
momento.