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Falando-se sobre versificação, leia os itens e assinale a alternativa correta.
I- “Eu venho da minha terra / da casa branca da serra / e do luar do sertão; / venho da minha Maria / cujo nome principia / na palma da minha mão.” Guilherme de Almeida. (Rima pobre).
II- “Não sei se amei o que era em mim desejo / de me ver no outro refletido / sei que amei sempre amei e vejo / que de amar tenho hoje o coração endurecido.” Carlos Felipe Moisés. (Rima rica).
III- “Eu que era branca e linda, eis-me medonha e escura / inspiro horror...Ó tu que espias urdidura / da minha teia, atenta ao que o meu palpo fia”. Manuel Bandeira. (Rima rara).
IV- “Oh vem, de branco – do imo da folhagem! / Os ramos, leve, a tua mão aparte / Oh vem! Meus olhos querem desposar-te / refletir-se virgem a serena imagem.” Camilo Pessanha. (Rima preciosa).
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Do ponto de vista formal, pode-se dizer que o poema acima é:
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Com base no que expõe Norma Goldstein (2006), uma análise adequada dos recursos métricos, rítmicos e rímicos observáveis nos textos 1 e 2 está presente na seguinte afirmação:
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No que se refere a recursos métricos e retóricos empregados no poema de Sophia de Mello Breyner Andresen, bem como à sua relação com o contexto histórico da produção camoniana, indicado por Saraiva e Lopes (2004), leia as afirmações abaixo e marque V, para as verdadeiras, e F, para as falsas.
( ) A escolha por compor estrofes isométricas em decassílabo heroico está associada ao petrarquismo que marcou o século XVI português, homenageando a introdução da medida nova realizada por Camões. ( ) A disposição das ideias nas estrofes assemelha-se à estruturação em tese e antítese, seguidas de conclusão e desfecho, empreendendo um exercício de engenho similar ao da poesia camoniana. ( ) O uso de figuras de linguagem como a antítese e o paradoxo em mais de uma estrofe do poema é compatível com uma feição estilística própria do Maneirismo, tendência da qual Camões é um poeta representativo.
A sequência correta, de cima para baixo, é
Em poesia, para determinar a medida de um verso, divide-se o verso em sílabas poéticas. Esse procedimento tem o nome de