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A educação integral do ser humano vai além do conhecimento e do domínio dos conteúdos escolares.
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O pragmatismo, na perspectiva educacional, defende que a realidade é composta por seres estáticos e isolados por diferenças hierárquicas de essência ou natureza. Assim, por exemplo, um indivíduo, no ambiente escolar, apenas poderia aprender algo se fosse previamente munido de profundos conceitos teóricos e filosóficos.
Acerca do papel da educação escolar, Mario Sergio Cortella afirma que no início dos anos 80 foi gestada uma concepção que buscou superar tanto a fragilidade inocente contida no otimismo desenfreado, que dava à escola uma papel revolucionário, quanto o imobilismo fatal presente no pessimismo militante que via a escola como reprodutora das condições sociais.
Como o filósofo nomeia esta nova concepção?
O desenvolvimento humano passou a ser o objeto de estudo da ciência. Grandes questionamentos foram iluminando a mente de pesquisadores atrás de respostas em como os seres humanos se transformavam e construíam suas características como o Inatismo, que tem como característica:
Ainda na obra Fundamentos sócio-filosóficos da educação (2007), Queiroz e Moita abordam a tendência progressista crítico-social dos conteúdos ou histórico-crítica. Segundo as autoras, essa tendência constitui-se no final da década de 70 e início da década de 80 do século XX, com o propósito de contrapor-se à ‘pedagogia libertadora’, por entender que ela não dá o correto e merecido valor ao aprendizado do chamado “saber científico”. Assim sendo, afirmam as autoras: “Esta tendência [crítico-social dos conteúdos] prioriza, na sua concepção pedagógica, o domínio dos conteúdos científicos, a prática de métodos de estudo, a construção de habilidades e raciocínio científico, como modo de