Juliana, de 32 anos, estava em processo de separação após anos de relacionamento marcado por episódios de agressões físicas e psicológicas praticadas por seu companheiro, Jonas. Inconformado com o término e sentindo-se “dono” da vida da ex-companheira, Jonas passou a persegui-la tentando controlar suas atividades. Em uma noite, após descobrir que Juliana havia iniciado um novo relacionamento, Jonas a esperou na saída do trabalho e, motivado por ciúmes e pela ideia de posse, efetuou dez disparos de arma de fogo contra ela resultado em sua morte no local. Em relação ao fato hipotético narrado, o ato de Jonas é corretamente enquadro como: