A abordagem crítico-emancipatória afirma que a Educação Física escolar é deficiente quando não aborda uma concepção crítico-progressista, quando desconsidera as experiências externas dos educandos e quando se resume a transmitir procedimentos de limitadas modalidades esportivas ou atividades de condicionamento físico.


Segundo a abordagem crítico-emancipatória, o ensino do esporte na escola deve se orientar pelas categorias trabalho, interação e linguagem, partindo da premissa de que o estudante é um