Alvez, Ferreira e Damázio (2010) apontam que a educação escolar de pessoas surdas remonta a aproximadamente dois séculos, quando se instaurou um embate político e epistemológico. Esse confronto ganhou destaque nas políticas públicas, nos debates, nas pesquisas científicas e nas práticas pedagógicas.
O embate ocorria entre duas concepções principais, a saber: