Acerca da avaliação no âmbito da educação superior no Brasil, seja de iniciativa pública ou privada, o Ministério da Educação prevê e articula vários instrumentos e processos avaliativos para diagnosticar tal nível de ensino e propor políticas públicas educacionais. Segundo o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em relatório de 2021: “Uma instituição que produz muitos e bons papers (amplamente citados por outros cientistas) são as mesmas em que os alunos têm o melhor ensino na sala de aula? O melhor professor é aquele que mais publica artigos científicos? É aquele que tem mais prêmios? Ou aquele cujos alunos formados têm um índice maior de impacto, de liderança e de empregabilidade? As instituições de ensino superior tendem a ficar cada vez mais parecidas como resultado das avaliações? Ou futuras universidades passarão a se destacar justamente por serem diferentes da massa? São, todavia, questões centrais também quando a avaliação é conduzida pelo Estado e tem desdobramentos regulatórios. No Brasil, tanto a graduação quanto a pós-graduação são objetos de avaliação conduzida pelo Estado e com efeitos regulatórios. No limite, cursos e programas podem vir a ser descontinuados quando sistematicamente apresentam resultados considerados insatisfatórios nas avaliações”. Acerca dos dispositivos, instituições e processos avaliativos dos cursos de graduação nas IES no Brasil, é correto afirmar que: