A morfologia da Libras estuda a formação e a estrutura interna dos sinais, analisando como os morfemas (unidades mínimas de significado) se combinam. Assim como nas línguas orais, a Libras possui processos morfológicos produtivos para criar novos sinais, como a derivação e a composição. A derivação, por exemplo, pode ocorrer pela nominalização, onde um verbo dá origem a um substantivo (ou vice-versa), muitas vezes através da alteração de um parâmetro, como o movimento (um movimento curto e repetido para substantivos, um movimento único e mais longo para verbos). A composição envolve a junção de dois ou mais sinais (morfemas livres) para criar um novo sinal com um novo significado.
Acerca dos processos morfológicos de formação de sinais em Libras, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O processo de composição em Libras ocorre exclusivamente pela junção de um sinal com a datilologia (soletragem) de uma palavra em português.

(__)A nominalização (derivação de nomes a partir de verbos) é um processo inexistente na Libras, sendo os verbos e substantivos sempre representados por sinais completamente distintos.

(__)Sinais como 'ESCOLA' (junção de CASA + ESTUDAR) e 'BANHEIRO' (junção de CASA + o sinal para necessidades fisiológicas) são exemplos clássicos de composição.

(__)A derivação em Libras pode alterar o tipo de movimento de um sinal; por exemplo, o verbo 'SENTAR' tem movimento único, enquanto o substantivo 'CADEIRA' (derivado dele) utiliza um movimento curto e repetido.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: