Uma servidora pública, ao atender uma ocorrência de violência doméstica, depara-se com uma situação em que o agressor é o padrasto da vítima, que não possui laços sanguíneos com ela, mas convive na mesma casa. A vítima alega que a agressão ocorreu após uma discussão sobre o relacionamento do padrasto com sua mãe. A servidora tem dúvidas sobre a aplicabilidade da Lei Maria da Penha neste contexto.