Em uma audiência sobre violência doméstica, o juiz analisa a aplicação de medidas protetivas de urgência. A vítima, uma mulher, alega ter sofrido ameaças e perseguição pelo seu ex-namorado, com quem não reside mais, mas que insiste em contatá-la e intimidá-la. A defesa argumenta que, sem coabitação, a Lei Maria da Penha não se aplicaria.