Um servidor público do Rio Grande do Sul, ao realizar um atendimento em uma delegacia, depara-se com um cidadão que se identifica como não-binário e solicita a retificação de seu nome e gênero em seu registro de nascimento. O cidadão explica que, apesar de ter sido registrado com um nome e gênero que não correspondem à sua identidade, busca agora o reconhecimento formal e legal para viver de acordo com sua autoidentificação.