Um servidor público de Cruz Machado, ao gerenciar um processo licitatório, frustra intencionalmente a sua lisura, com o objetivo de beneficiar um fornecedor específico. Posteriormente, verifica-se que essa ação dolosa não resultou em qualquer perda patrimonial para o erário municipal. Diante desse cenário, é correto afirmar que a conduta do servidor pode ser configurada como ato de improbidade administrativa.