Um ex-gestor de uma autarquia estadual está sendo investigado por supostamente ter desviado verbas públicas destinadas à construção de uma escola. As evidências preliminares apontam para a utilização de empresas de fachada para simular a prestação de serviços e a emissão de notas fiscais frias. A atuação do ex-gestor pode configurar ato de improbidade administrativa.