Um servidor público federal, responsável pela gestão de contratos de obras públicas, foi investigado por desviar recursos públicos. Descobriu-se que ele utilizava notas fiscais frias e superfaturava os serviços prestados por empresas de fachada, cujos lucros eram posteriormente transferidos para contas bancárias no exterior. A investigação apontou que o servidor agiu com dolo, visando enriquecer ilicitamente.