Um município paulista, ao planejar a construção de uma nova unidade de saúde, identificou a necessidade de utilizar um terreno público que, atualmente, encontra-se ocioso e sem destinação específica. O terreno em questão não é um bem de uso comum do povo, como uma praça ou parque, mas sim um bem que pode ser explorado economicamente pelo ente público. A prefeitura deseja realizar a venda desse terreno para obter recursos que serão aplicados na própria área da saúde.