Um profissional de enfermagem, ao exercer suas funções em uma unidade de saúde pública, é constantemente pressionado por um colega em posição de liderança para adotar práticas que ele considera antiéticas e que atentam contra a dignidade dos pacientes. Essa pressão se manifesta por meio de ordens e sugestões que visam impor um determinado modo de pensar, dificultando a autonomia e a liberdade profissional do enfermeiro.