João, embriagado, discute com seu vizinho Pedro e, em um momento de fúria, desfere um soco no rosto de Pedro, causando-lhe lesões corporais leves. João alega que agiu em legítima defesa, pois Pedro teria o ameaçado momentos antes com um pedaço de madeira. Contudo, a ameaça de Pedro não foi comprovada e o soco foi desferido após a suposta ameaça ter cessado.