Em uma escola pública de Salvador, o corpo docente se reuniu para planejar ações pedagógicas que promovam um ambiente escolar mais inclusivo e livre de preconceitos. A discussão girou em torno da necessidade de implementar práticas antirracistas de forma efetiva, indo além de datas pontuais e integrando o tema ao currículo de todas as disciplinas. Um dos pontos centrais foi a formação continuada dos professores para lidar com as questões étnico-raciais.