Um policial penal, ao atender uma ocorrência de violência doméstica, ouve a vítima relatar que seu agressor é o padrasto de sua filha, com quem ela convive na mesma residência. O padrasto teria agredido a vítima após uma discussão sobre o comportamento da enteada. A vítima questiona se a Lei nº 11.340/2006 se aplica a essa situação, considerando que o agressor não é o pai biológico, mas vive em união estável com a mãe da vítima.