Durante uma crise hídrica severa que afetou diversas regiões do estado de Alagoas, o governador, após consultar os órgãos competentes e com base em pareceres técnicos, decretou medidas emergenciais para o racionamento de água em áreas urbanas e rurais. Essa ação visava garantir a continuidade do abastecimento para serviços essenciais e evitar o colapso do sistema. A medida, embora impopular em alguns setores, fundamentou-se na necessidade de assegurar o bem-estar coletivo e a ordem pública.