Em um cenário epidemiológico de alta incidência de doenças crônicas não transmissíveis, a estratégia de vigilância em saúde deve priorizar ações curativas e hospitalocêntricas, com ênfase na intervenção médica individual e no uso de tecnologia de ponta para o tratamento, desconsiderando abordagens de promoção da saúde e prevenção primária.