O Estado brasileiro, ao longo de sua história, passou por diferentes modelos de gestão pública. O modelo patrimonialista, marcado pela confusão entre o público e o privado, deu lugar ao burocrático, que priorizava a formalidade e a impessoalidade. Atualmente, observa-se uma tendência de adoção de práticas gerenciais, com foco em resultados e eficiência, buscando uma maior aproximação entre o Estado e a sociedade civil.