Um empregado, após anos de serviço em uma fábrica, sofreu um acidente de trabalho que resultou em incapacidade permanente para a função que exercia. A empresa, embora tenha fornecido o Equipamento de Proteção Individual (EPI), não implementou todas as medidas de segurança exigidas pela legislação para prevenir acidentes em atividades de alto risco. A situação levanta questionamentos sobre a responsabilidade da empresa e os direitos do trabalhador, à luz da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).