Em um processo de inventário, surgiu a discussão sobre a natureza jurídica de um bem imóvel que pertencia ao falecido. O imóvel era uma casa de praia, avaliada em valor considerável, mas que estava alugada há muitos anos, gerando renda para o espólio. A família questionava se o bem deveria ser tratado como um bem móvel ou imóvel para fins de partilha e tributação.