Em uma discussão sobre os princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS), um gestor municipal questionou a aplicação da descentralização com direção única. Ele argumentou que, em sua cidade, a autonomia municipal para gerir os serviços de saúde é total, sem necessidade de alinhamento com as diretrizes estaduais ou federais. Outro ponto de dúvida foi a participação da iniciativa privada na assistência à saúde.