Um conselheiro tutelar de um município do interior recebeu uma denúncia anônima sobre uma criança que estaria sofrendo castigos físicos e tratamento cruel por parte de seus responsáveis. Diante da gravidade da situação e da necessidade de uma ação imediata para garantir a proteção da criança, o conselheiro precisa agir conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).