A rede pública de saúde em uma capital apresentou superlotação, com a unidade de terapia intensiva (UTI) atingindo sua capacidade máxima. Um paciente em estado grave necessita de internação imediata em UTI para sobrevida. A legislação prevê que, na ausência de leitos na rede pública, o Estado pode recorrer a instituições privadas para garantir o atendimento. Com base nesse contexto, como se dá a participação privada no SUS?