Em um contexto de grave instabilidade política e social, o Presidente da República, com o aval do Congresso Nacional, editou uma medida provisória que alterava significativamente a estrutura e as atribuições das Forças Armadas, visando a uma centralização de comandos e a uma atuação mais direta na manutenção da ordem interna. A medida gerou debates sobre a sua constitucionalidade e os limites do poder presidencial em matéria de segurança pública.