Em uma audiência pública na Câmara Municipal de Passos, um cidadão questionou a aplicabilidade de certas normas constitucionais que garantem a liberdade de expressão e o direito de reunião pacífica. Ele argumentava que, em situações de instabilidade social, tais direitos poderiam ser temporariamente suspensos para assegurar a ordem pública. Um jurista presente na audiência discordou, fundamentando sua posição na hierarquia e na natureza dos direitos fundamentais.