“Os surdos foram privados de se comunicarem em sua língua natural durante séculos. Vários estudos têm apontado a difícil relação dos surdos com a língua oral majoritária e com a sociedade ouvinte. Escolas, profissionais de saúde, e familiares de surdos têm seguido uma tradição de negação do uso de sinais. [...] as escolas, em sua grande maioria, proibiam o uso da língua de sinais para a comunicação entre os surdos, forçando-o a falar e a fazer leitura labial. Quando desobedeciam, eram castigados fisicamente, e tinham as mãos amarradas dentro das salas de aula.” (GESSER, 2009, p. 25).

No trecho acima, a autora discorre sobre um mito acerca das línguas de sinais, assinale a opção que o descreve: