INSTRUÇÃO: Analise o caso clínico a seguir para responder a esta questão.
Um paciente do sexo masculino, 68 anos, foi admitido há dois dias na unidade de clínica médica de um hospital com
diagnóstico de pneumonia bacteriana, adquirida na comunidade, associada à exacerbação aguda da doença pulmonar
obstrutiva crônica (DPOC). Durante a admissão, relatou aumento progressivo da dispneia, tosse produtiva com
expectoração purulenta e episódios de febre nos últimos cinco dias.
Ao exame físico realizado pelo enfermeiro, o paciente encontrava-se consciente e orientado, porém com sinais de
desconforto respiratório moderado. Apresentava: FR = 28 irpm, SpO2 = 89% em ar ambiente, FC = 104 bpm, PA = 130 X
80 mmHg e T = 38,4 °C.
À ausculta pulmonar, observaram-se roncos difusos e crepitações inspiratórias em base pulmonar direita. O paciente
referia fadiga aos mínimos esforços e diminuição do apetite desde o início do quadro infeccioso.
Durante a evolução clínica, foi instalada oxigenoterapia por cateter nasal a 2 L/min, com melhora da saturação para 93%.
O acesso venoso periférico encontrava-se pérvio em membro superior esquerdo, sem sinais flogísticos ou infiltração.
Na visita multiprofissional da manhã, considerando os resultados dos exames laboratoriais que demonstraram leucocitose
com desvio à esquerda e elevação de marcadores inflamatórios, foi prescrita antibioticoterapia intravenosa da seguinte
forma: ceftriaxona 1,5 g, por via intravenosa, a cada 12 horas.
Ao dirigir-se ao posto de enfermagem para o preparo da medicação, o profissional verificou que o medicamento estava
disponível em frascos-ampola de 1 g em pó liofilizado e a reconstituição recomendada pelo fabricante de 10 mL de água
para injeção.