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Concurso:
Prefeitura Municipal de Casca - RS
Disciplina:
Pedagogia
Sobre as unidades temáticas do componente curricular de Geografia na BNCC, analisar os itens abaixo:
I. Território e diversidade cultural.
II. O sujeito e seu lugar no mundo.
III. Conexões e escalas.
IV. Mundo do trabalho.
Estão CORRETOS:
Concurso:
Prefeitura Municipal de Casca - RS
Disciplina:
Pedagogia
Existem diversas maneiras de se estudar e delimitar uma unidade de paisagem geográfica. O mais importante é estabelecer critérios e compreender a interdependência de todos os elementos que a integram. Sobre as etapas para um estudo da paisagem geográfica, analisar os itens abaixo:
I. Definição somente da escala temporal de abordagem.
II. Caracterização da estrutura geológica, geomorfológica e pedológica: identificar problemas de erosão e usos do solo.
III. Caracterização climática: temperaturas médias, ocorrência de chuvas e ventos ao longo do ano e alterações observadas nos últimos anos.
IV. Identificar ecossistemas existentes.
Estão CORRETOS:
I. Definição somente da escala temporal de abordagem.
II. Caracterização da estrutura geológica, geomorfológica e pedológica: identificar problemas de erosão e usos do solo.
III. Caracterização climática: temperaturas médias, ocorrência de chuvas e ventos ao longo do ano e alterações observadas nos últimos anos.
IV. Identificar ecossistemas existentes.
Estão CORRETOS:
Concurso:
Prefeitura Municipal de Casca - RS
Disciplina:
Nutrição
Considerando o acesso para nutrição enteral (NE), numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Sonda Nasogástrica (SNG). (2) Sonda Nasojejunal (SNJ). (3) Gastrostomia.
( ) Os pacientes que não toleram alimentações gástricas e necessitam de terapia nutricional enteral por um prazo relativamente curto vão se beneficiar desse tipo de via. Esse tipo de sonda pode ser colocada com orientação endoscópica ou fluoroscópica, usando um sistema de orientação por computador, ou intraoperatoriamente, como parte de um procedimento cirúrgico.
( ) Quando a nutrição enteral é necessária acima de três semanas, uma sonda de alimentação por esse tipo de via pode ser colocada cirurgicamente ou endoscopicamente e deve ser considerada para o conforto geral do paciente, a fim de minimizar a irritação nasal ou do trato gastrintestinal (TGI) superior.
( ) Essa via é adequada apenas para os pacientes que requerem NE de curto prazo (não mais do que quatro semanas). A alimentação por essa via é fornecida pela administração de bolus ou através de infusões intermitentes ou contínuas. Os pacientes com função gastrointestinal normal são alimentados frequentemente por essa rota, que tira proveito dos processos digestivos, hormonais e bactericidas normais que ocorrem no estômago.
(1) Sonda Nasogástrica (SNG). (2) Sonda Nasojejunal (SNJ). (3) Gastrostomia.
( ) Os pacientes que não toleram alimentações gástricas e necessitam de terapia nutricional enteral por um prazo relativamente curto vão se beneficiar desse tipo de via. Esse tipo de sonda pode ser colocada com orientação endoscópica ou fluoroscópica, usando um sistema de orientação por computador, ou intraoperatoriamente, como parte de um procedimento cirúrgico.
( ) Quando a nutrição enteral é necessária acima de três semanas, uma sonda de alimentação por esse tipo de via pode ser colocada cirurgicamente ou endoscopicamente e deve ser considerada para o conforto geral do paciente, a fim de minimizar a irritação nasal ou do trato gastrintestinal (TGI) superior.
( ) Essa via é adequada apenas para os pacientes que requerem NE de curto prazo (não mais do que quatro semanas). A alimentação por essa via é fornecida pela administração de bolus ou através de infusões intermitentes ou contínuas. Os pacientes com função gastrointestinal normal são alimentados frequentemente por essa rota, que tira proveito dos processos digestivos, hormonais e bactericidas normais que ocorrem no estômago.
Concurso:
Prefeitura Municipal de Casca - RS
Disciplina:
Nutrição
Sobre as ostomias intestinais, analisar os itens abaixo:
I. São aberturas cirurgicamente criadas entre o sistema intestinal e a pele, sendo especificamente nomeadas de acordo com o local de origem ao longo do sistema intestinal.
II. As recomendações tradicionais para alimentação pós-operatória dos pacientes com colostomia ou ileostomia é interromper a alimentação até que o intestino comece a “funcionar” ou eliminar fezes ou efluente.
III. Controlar os flatos e o odor é uma preocupação mais comum para o paciente com colostomia do que para o paciente com uma ileostomia. Muitos pacientes escolhem limitar alimentos que tenham o potencial de aumentar a flatulência ou causar aumento do odor das fezes eliminadas.
Estão CORRETOS:
I. São aberturas cirurgicamente criadas entre o sistema intestinal e a pele, sendo especificamente nomeadas de acordo com o local de origem ao longo do sistema intestinal.
II. As recomendações tradicionais para alimentação pós-operatória dos pacientes com colostomia ou ileostomia é interromper a alimentação até que o intestino comece a “funcionar” ou eliminar fezes ou efluente.
III. Controlar os flatos e o odor é uma preocupação mais comum para o paciente com colostomia do que para o paciente com uma ileostomia. Muitos pacientes escolhem limitar alimentos que tenham o potencial de aumentar a flatulência ou causar aumento do odor das fezes eliminadas.
Estão CORRETOS:
Concurso:
Prefeitura Municipal de Casca - RS
Disciplina:
Nutrição
Em relação aos pacientes com cálculo renal por oxalato, analisar os itens abaixo:
I. O oxalato na urina provém de sua síntese endógena, que é proporcional à massa corporal magra. O ácido ascórbico é responsável por 35% a 55% do oxalato urinário, e o ácido glioxílico por 50% a 70% do oxalato urinário. Nos pacientes com Doença Renal Crônica (DRC), a ingestão excessiva de vitamina C pode levar à formação de cálculos.
II. A orientação dietética para reduzir o oxalato urinário deve incluir o uso de probiótico e a diminuição do oxalato da dieta, se necessário, além de alimentos pobres em cálcio ou o uso de suplementos para reduzir a absorção de oxalato.
III. São alimentos que devem ser evitados para uma dieta com baixo teor de oxalato: ruibarbo, espinafre, morangos, chocolate, farelo de trigo e produtos de trigo integral, castanhas, beterrabas, chá verde e preto e altas doses de cúrcuma.
Está(ão) CORRETO(S):
I. O oxalato na urina provém de sua síntese endógena, que é proporcional à massa corporal magra. O ácido ascórbico é responsável por 35% a 55% do oxalato urinário, e o ácido glioxílico por 50% a 70% do oxalato urinário. Nos pacientes com Doença Renal Crônica (DRC), a ingestão excessiva de vitamina C pode levar à formação de cálculos.
II. A orientação dietética para reduzir o oxalato urinário deve incluir o uso de probiótico e a diminuição do oxalato da dieta, se necessário, além de alimentos pobres em cálcio ou o uso de suplementos para reduzir a absorção de oxalato.
III. São alimentos que devem ser evitados para uma dieta com baixo teor de oxalato: ruibarbo, espinafre, morangos, chocolate, farelo de trigo e produtos de trigo integral, castanhas, beterrabas, chá verde e preto e altas doses de cúrcuma.
Está(ão) CORRETO(S):