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Ao analisar a linguagem usada pela autora na construção do seu texto, verifica-se que
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A política brasileira de enfrentamento ao HIV/Aids reconhece que nenhuma intervenção de prevenção isolada é suficiente para reduzir novas infecções e que diferentes fatores de risco de exposição, transmissão e infecção operam, de forma dinâmica, em diferentes condições sociais, econômicas, culturais e políticas. A profilaxia préexposição (PrEP, do inglês pre-exposure prophylaxis) ao HIV consiste no uso de antirretrovirais (ARV) para reduzir o risco de adquirir a infecção pelo HIV. Essa estratégia mostrou-se eficaz e segura em pessoas com risco aumentado de adquirir a infecção. Sobre a PrEP, assinale a alternativa CORRETA.
Floriano, 69 anos, portador de DM tipo 2 diagnosticado há 21 anos, com controle insatisfatório, apresenta poliúria e emagrecimento há 3 semanas, após uso de corticoide de depósito para dores na coluna. Há um dia ele se encontra confuso e relata convulsão tônico-clônica. EF: desidratado +3/+4, letárgico, acianótico, PA 80x50, T: 36,3º C, FC: 112 bpm, FR: 28, FC: 115 bpm, P: 74 kg, IMC: 25, glicemia capilar: HI e cetonemia +/4. Os exames complementares realizados estão na tabela a baixo.
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Quais intervenções terapêuticas são mais apropriadas para esse paciente?
Assinale a alternativa que evidencia o perfil sorológico esperado para um paciente que apresentou cura por infecção pelo vírus da hepatite B.
Catarina, 56 anos, com histórico de tabagismo, apresenta-se a seu clínico geral com sintomas de dispneia e tosse. Ela relata tosse matinal crônica com produção de escarro branco, que aumentou nos últimos 2 dias, e intolerância a esforços (precisa parar para respirar, após caminhar cerca de 60 metros). A paciente fumou de 1 a 2 maços de cigarros por dia, durante 40 anos, e continua a fumar. Ela nega hemoptise, calafrios ou perda de peso e ainda não teve nenhuma melhora da tosse com os medicamentos que tomou por conta própria. Exame físico: FC = 76 bpm, FR = 20 irpm, PA = 134x81 mmHg, SpO2 = 92% em ar ambiente, ausculta pulmonar com alguns roncos e sibilos. Exames complementares: radiografia de tórax com sinais de hiperinsuflação; espirometria após broncodilatador: VEF1 = 54% do previsto, CVF = 77% do previsto, VEF1/CVF = 53%. Qual a conduta CORRETA, nesse caso?