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Paciente de 64 anos apresenta há um ano, de forma lenta e evolução progressiva disartria, voz anasalada, disfagia para líquidos e leve atrofia de língua com miofasciculações. Reflexos profundos nos quatro membros exaltados e sinal de Babinski bilateral.


Nesse caso, o diagnóstico é 

Homem de 40 anos, previamente saudável, é atendido na emergência após ter apresentado na rua crise convulsiva generalizada.


Após a recuperação da consciência recorda-se de ter apresentado, no último ano, alguns episódios de crises epiléticas parciais disperceptivas. Internado para investigação, a TC de crânio identifica pequena lesão cortical frontal com calcificação e captação heterogênea de contraste. Submetido a biopsia é identificada co-deleção 1p/19q e IDH mutado.


O diagnóstico mais provável é

Criança de 8 anos apresenta febre, confusão mental, ataxia e perda visual após infecção viral e é internada na emergência. RM de encéfalo mostra lesões grandes, mal delimitadas, em substância branca subcortical e cerebelar. Sorologia mostra anticorpos anti-MOG positivos.


Esse quadro é compatível com

Escolar, 5 anos, masculino, com diagnóstico de anemia falciforme, é levado à emergência com dor intensa iniciada há 12 horas em membros inferiores e abdome, sem trauma prévio. O início foi súbito, não melhorando com analgésicos comuns e impedindo de caminhar. Ao exame físico, apresenta choro constante à mobilização, palidez cutaneomucosa e temperatura corporal normal. Não há sinais de infecção aparente. Inquirido sobre a escala de manejo da dor, concluiu-se que ela é 6 (moderada).


A conduta em relação ao controle da dor, no caso, deve ser a prescrição de

Pré-escolar, 4 anos, masculino, é levado ao pronto atendimento com história de febre diária nas últimas três semanas associada a palidez e cansaço aos pequenos esforços. A mãe relata dor intensa nos membros inferiores, que piora à noite e não melhora com analgésicos comuns, além de dificuldade para caminhar. Ao exame, observa-se equimoses em membros, hepatoesplenomegalia e linfonodos cervicais palpáveis. Não há queixas respiratórias ou neurológicas no momento.


A principal hipótese diagnóstica é leucemia