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Menino de 6 anos, previamente com desenvolvimento neuropsicomotor adequado, é trazido à consulta por regressão na linguagem expressiva há cerca de 4 meses.
A mãe relata que ele, que já falava frases completas, passou a ter dificuldade crescente para formar palavras e responder comandos verbais, mesmo sem alterações auditivas aparentes. O comportamento tornou-se mais irritadiço, com períodos de desatenção, isolamento e episódios noturnos em que se debate na cama, com rigidez e salivação excessiva.
O exame físico neurológico não apresenta déficits motores ou sensitivos, mas não executa comandos verbais simples nem emite frases coerentes. Teste de audiometria normal. Ressonância magnética de crânio sem alterações estruturais. EEG com padrão de descargas epileptiformes bilaterais, contínuas durante o sono, com predominância nas regiões temporais posteriores.
Nesse caso, o diagnóstico mais provável é de
Recém-nascido do sexo masculino, com 3 dias de vida, nascido a termo (39 semanas), parto vaginal sem intercorrências, Apgar 8/9, peso adequado para a idade gestacional. Mãe saudável, sem histórico de infecções ou uso de medicações durante a gestação, realizou pré-natal completo e ultrassonografias, sem alterações estruturais cardíacas detectadas.
Desde o nascimento, o RN apresenta cianose central persistente, não responsiva ao oxigênio suplementar por cateter nasal. Não há desconforto respiratório evidente. À ausculta cardíaca, nota-se sopro sistólico 2+/6+, audível no foco tricúspide. Pulmões com murmúrio vesicular presente e simétrico. A oximetria de pulso revela saturação pré-ductal 85% e pós-ductal de 84%. A gasometria arterial mostra acidose respiratória leve com hipoxemia. À exceção da cianose persistente, e do sopro já relatado não há outras alterações ao exame físico.
Diante da suspeita de cardiopatia congênita cianótica, foi realizado ecocardiograma transtorácico que evidenciou transposição das grandes artérias (TGA), com septo interventricular íntegro e comunicação interatrial pequena.
Com base no quadro clínico e nos achados ecocardiográficos, a conduta prioritária imediata é
Uma lactente de 2 meses, previamente hígida, comparece à consulta de rotina com sintomas gripais leves há 3 dias. A mãe relata que a irmã de 3 anos está com tosse e febre.
Ao exame físico, a bebê está em bom estado geral, com FR: 42 irpm, FC: 138 bpm, temperatura axilar de 37,5 oC, ausculta com estertores finos esparsos bilaterais e leve retração subcostal. O calendário vacinal está em dia.
A conduta mais adequada nesse caso é
Uma paciente encontra-se no CTI após procedimento de uma angioplastia para correção de uma obstrução da veia hepática, visualizada numa ultrassonografia.
Apesar do procedimento, seus níveis séricos de aminotransferases e bilirrubina permanecem altos e agora há sinais do desenvolvimento de ascite.
A opção terapêutica correta é
Uma paciente de 65 anos encontra-se em PO de cirurgia plástica e, no dia 2 de pós-operatório, reinicia o uso de aspirina; passado um tempo, ela apresenta uma hipotensão artéria. É então transferida para o CTI com reposição venosa de 1 L de soro fisiológico a 0,9%, apresentando uma PA de 90 x 50 mmHg e frequência cardíaca de 120 bpm. Está pálida, diaforética e agitada. A incisão cirúrgica está limpa e seca.
Os exames laboratoriais mostram, de importante, uma HB de 6,5 mg/dL comparada a de dois dias atrás de 12 mg/dL. Ela apresenta então um episódio de hematêmese e sua pressão arterial vai a valores de 70/40 mmHg. Uma transfusão de hemácias é iniciada.
A abordagem mais adequada a seguir é