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Segundo as “Boas Práticas de Farmacovigilância para as Américas”, da Organização PanAmericana da Saúde,2011, a farmacovigilância efetiva compreende um conjunto de regras, procedimentos operacionais e práticas estabelecidas que devem ser cumpridas a fim de assegurar a qualidade e a integridade dos dados produzidos em determinados tipos de pesquisas ou estudos. Fundamenta-se na aquisição de dados completos dos relatórios espontâneos de eventos adversos, ou seja, na notificação de casos. Para cumprir estas boas práticas de farmacovigilância: I- As notificações de suspeitas de reações adversas ou problemas relacionados com medicamentos devem ser registradas de acordo com o princípio de veracidade dos dados submetidos. II- A informação sobre qualquer suspeita de reação adversa ou outro problema relacionado com medicamentos deve poder ser corroborada, verificando sua autenticidade e sua coerência com os documentos originais, sempre que possível. III- Cada pessoa que intervenha na avaliação de uma reação adversa deve estar qualificada por educação, formação e experiência para realizar seu trabalho. IV- Antes de se comunicar uma reação adversa à comunidade científica, o Programa Nacional de Farmacovigilância deve ter sido notificado. V- A informação coletada nas notificações de suspeita de reação adversa não será utilizada sob hipótese alguma para realizar juízos de valor quanto à intervenção dos profissionais de saúde. VI- Informações ainda não validadas devem ser tratadas com cautela. Das afirmativas acima:
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De acordo com GOMES, M.J.V.M. et al (2011), se são conhecidos os valores de Ka (ou pKa) e do pH do meio, é possível calcular a relação das concentrações de formas ionizadas e não ionizadas de um fármaco, através da seguinte fórmula:

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Com base na equação acima, considerando um FÁRMACO X (pKa = 3), avalie as respostas abaixo, e assinale a opção CORRETA:

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De acordo com WILLIAMSON, M. A. et al. (2014), o Toxoplasma gondii é um parasito intracelular obrigatório capaz de infectar a maioria dos mamíferos, inclusive os seres humanos. A infecção humana pode ser adquirida pelo consumo de cistos na carne crua ou malpassada de animais infectados ou pelo contato com oocistos das fezes de um gato infectado. A conduta na toxoplasmose exige monitoramento sorológico dos indivíduos infectados, pois o microrganismo não está em local de fácil acesso para coleta de material para cultura. Assim, quanto aos testes laboratoriais para diagnóstico de toxoplasmose, é INCORRETO afirmar que:
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Segundo McPHERSON, R. A. et al. (2012), na doença hepática, a manifestação dos sintomas clínicos por vezes ocorre tardiamente, após a progressão da doença, portanto torna-se importante detectar a presença e até mesmo o início de tais condições. Felizmente, muitas vezes é possível ter acesso a uma avaliação da função hepática determinando-se o conteúdo sérico de analitos segundo um perfil de teste conhecido como “testes de função hepática”.

Muitos desses componentes não são exclusivamente hepáticos, contudo possibilitam um diagnóstico acurado quando são avaliados em conjunto. Sobre perfis laboratoriais das doenças hepáticas é incorreto afirmar:

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Segundo OGA, S. et al. (2014), de acordo com a Resolução de Diretoria Colegiada Nº 184, de 22 de outubro de 2001, da ANVISA, produtos saneantes domissanitários são substâncias ou preparações destinadas a higienização, desinfecção, desinfestação, desodorização, odorização, de ambientes domiciliares, coletivos e/ou públicos, para utilização por qualquer pessoa, para fins domésticos, para aplicação ou manipulação por pessoas ou entidades especializadas, para fins profissionais. Em relação à intoxicação por produtos saneantes domissanitários, julgue as afirmativas abaixo e marque a opção correta:

I- A ingestão de soluções de hipoclorito, acidente infantil relativamente frequente, pode determinar: dores na boca, esôfago e estômago, disfagia, sialorreia e, nos casos mais graves, confusão mental, delírio, coma, hipotensão arterial e choque.

II- Surfactante é um agente capaz de baixar a tensão superficial da água, facilitando as atividades de limpeza. Os surfactantes aniônicos, como os cloretos de benzalcônio, de benzetônio e de cetilpiridínio, são mais usados como desinfetantes ou germicidas.

III- O óleo de pinho é uma mistura de álcoois, hidrocarbonetos e éteres terpênicos. É encontrado em concentrações de até 40% nos produtos de limpeza genérica e até 80% quando é o componente principal de desinfetantes.

IV- Formol é a solução aquosa de formaldeído, a 10 %, na qual é adicionado etanol para evitar polimerização. Após a ingestão podem ocorrer dor na boca, esôfago, estômago, disfagia, sialorreia e vômitos. Manifestações sistêmicas após absorção intensa incluem inicialmente irritabilidade, excitação, hiperreflexia e, a seguir, depressão do sistema nervoso central e distúrbios respiratórios.

V- Os principais produtos desinfetantes para uso domiciliar são baseados principalmente em agentes liberadores de cloro, compostos de amônia, óleo de pinho, compostos fenólicos e formaldeído.

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